quarta-feira, Outubro 22, 2014

I'm a lucky bitch. Mesmo. Não se seguem fotos de praia e bikini, juro.

Então não é que descobri que há um autocarro da minha empresa que vai do Oriente até à PORTA da minha casa 8 vezes por dia? 4 de ida e 4 de volta?
And wait for it....... GRÁTIS!!!!

Em 20 minutos estou em casa. Ou no sentido contrário, no emprego.

Estou histérica, possuída, como é que é possível eu ter TANTA sorte?

A sério, espectacular meu, nem consigo acreditar. What are the fucking odds de eu ter alugado uma casa com uma paragem do autocarro da empresa à porta? Hã? Hã? Zero! No meu caso, 100%!!!

Tipo, wow!!

(pronto, agora já posso escrever normalmente sem falas duma pita histérica de 15 anos)

Isto significa que agora não há mesmo desculpa pra não ir ao escritório, e lá vou eu, tralala contentinha, duas vezes por semana, ver pessoas. Estava a fritar um bocadinho por estar sempre em casa, confesso. Eu gosto muito, mas estive 3 semanas seguidas e apanhei uma cansa. Assim passo lá 2 ou 3 dias por semana, e o resto em casa.
E de futuro posso também sonhar com este transporte.
É que até dá pra vir a casa almoçar e passear os cães, não estão a perceber, é mesmo.......

wow.

wow.

wow.


terça-feira, Outubro 21, 2014

Uma hora de RELAXING DOG MUSIC! Music for dogs; stop barking, crying, melhora separation anxiety e tudo, melhor só a banha da cobra ;)







Música pra relaxar cães. Piano, sons relaxantes, melhor que os panpipes que põem nas massagens!



Vejam lá se funciona e digam-me.

Eu estou a experimentar com os meus, mas eles já dormem o dia todo, não sei se realmente funciona ou não :)

Mas a partir de agora quando sair de casa vou-lhes deixar esta musiquinha em loop, oh se vou!



PS: com o mar de fundo, acho que até eu adormeço, isto é realmente bom, oiçam!



domingo, Outubro 19, 2014

18 de Outubro

E eu esticada na areia na praia de bikini e  toalha.
Algo que não me sucedia há muitos e bons anos.


Tenho andado a, finalmente, combinar com os amigos um jantar que permita por alguma da conversa em dia.
Surpreendo-me sempre com o facto de me parecer que estamos todos na mesma. Os anos passam, entramos nos entas, e contrariamente ao que era visível na geração dos meus Pais, temos um aspecto extremamente jovem.
Somos, obviamente, muito mais saudáveis do que eles eram: comemos melhor, fazemos mais desporto, vamos mais ao médico preventivamente do que reactivamente, viajamos mais, temos menos preocupações, digo eu.
Aspecto à parte, perdi a conta já de quantos amigos meus removeram carcinomas e fizeram radioterapias e quimioterapias antes dos 40. Felizmente ainda consigo contabilizar quantos se divorciaram, mas não sei durante quanto tempo vai ser assim. A grande maioria ainda tem Pai e Mãe, coisa que não acontecia na geração anterior. Tanta coisa que evoluiu e tanta coisa que permanece idêntica, chora-se pelos mesmos motivos, ri-se pelos mesmos motivos, muda-se de vida por motivos diferentes, de País, de cidade. 
Mas o Tuga, arreigado à necessidade de ser o eterno sofredor, o eterno coitadinho e perene fadista, insiste em contar a história de como a vida lhe corre mal e como é obrigado a mudar, quando o que deveras lhe sucede é que a vida lhe acontece tão facilmente comparada com a dos seus Pais, que se aborrece. Vive mais, mas não sabe viver. Que tristes.
Eu não hei-de morrer sem saber viver tudo o que puder. Por isso dia 18 de Outubro vim pra praia.

domingo, Outubro 12, 2014

TOP - I LOVE PORTA DOS FUNDOS





Os preliminares ocorrem com modéstia e humildade :)))

A rola de Carlos não diz a que veio ahahahaha

A sério, estes tipos são fabulosos!!!

quarta-feira, Outubro 08, 2014

Estão a ver as bagas goji?

Totally overrated. Colam-se aos dentes e não sabem a nada.
Não queria morrer estúpida, tive que experimentar.

terça-feira, Outubro 07, 2014

Sequelas

Tenho alguns amigos de quem sei que vou ser amiga até ser velhinha. Principalmente as minhas antigas colegas de casa, sem desprimor pros outros, mas a Marta, a Mafalda e a Tininha são como se fossem minhas irmãs.
O regresso foi também feito por elas, porque as quero acompanhar, aos novos desafios delas, sejam eles mudanças de filosofias de vida ou filhotes e maridos.
Sinto o mesmo que quando leio um livro e adoro os personagens e de repente o autor cria uma sequela. Tenho saudades destes personagens, quero saber o que lhes aconteceu, acompanhar o dia-a-dia deles, saber como lidam com as alegrias e com as contrariedades.
Regressar é então como ler a sequela.
E tal como nos livros, perdi 6 anos de aventuras. Não é possível ler mais que a sinapse destes, por isso há um esforço para poder ler a continuidade sem ter de saber os ínfimos detalhes, esforço esse que começou pelo facto de ter feito de tudo para viver o mais próximo possível delas. A Mafi vive em Coimbra, a Tininha em Mafra, mas vivo a 500 metros da Martinha. Foi condição sinequonone (escreve-se assim?) para a escolha da casa nova em Lisboa.
Tenho visitado a Marta, seu dedicado e amoroso esposo (de quem gosto a pacotes) e filhotas de quem já gosto como sobrinhas verdadeiras, o mais possível, digamos que mais ou menos de 15 em 15 dias me convido pra jantar, e não há uma única vez que não me sinta em casa.
Mas hoje foi a primeira vez que voltei a estar sozinha com a Marta e durante duas horas pusemos a conversa em dia, não sobre o porquê de eu ter voltado ou sobre como eu me sinto, não sobre como se portam as miúdas, mas sobre o dia de hoje, como é que correu o trabalho, sobre o futuro e coisas novas que fazemos, falamos sobre HOJE.
E de repente voltei a sentir-me como quando já vamos a meio do livro, e voltamos a estar embrenhados na nova história, coisa que só acontece quando o autor deixou de repisar no passado.
A questão que se levanta é: quanto tempo é que levamos a voltar a entrar na rotina dos outros, daqueles que deixamos pra trás quando fomos pra fora? Quão importantes são as pessoas que cá ficaram não é algo que se discuta sequer! Mas estarão eles preparados ora nos receber?
Nós estamos preparados para voltar e egoistas como somos, achamos que a vida só se passou pra nós, só nós é que tivemos emoções diárias provocadas por desafios constantes como encontrar casa, aprender um novo idioma, encontrar novos caminhos profissionais, enfim. Mas, e é óbvio, a vida de todos muda a uma velocidade estonteante, nós  como pessoas mudamos imenso, todos nós, não só a de alguns.
Então e agora regressados, começamos novamente! Mas qual o ponto de partida? O da há 20 anos ou o de há 6 anos atrás? Estaca zero? Queremos ler a sequela ou reler o livro antigo? E eles?
Estaremos nós, os que regressamos, preparados para deixar os livros antigos na prateleira? E eles?
Quanto tempo leva a cada um de nós, aos que fomos e aos que ficaram, para querer  ler uma sequela? 
Eu hoje descobri que, é, efectivamente, um enorme privilégio ter uma biblioteca cheia de livros encadernados em pele, mas eu adoro sequelas, e sabe-me mesmo muito bem deixar de reviver passados e ler sinapses aproveitando, e bem, o livro que tenho nas mãos, acabadinho de comprar, a cheirar a papel novo e por folhear. E sorte a minha, também eles querem. Mas nem sempre é assim, e eu tenho de me preparar psicologicamente pra isso. É um esforço de ambas as partes, não depende só de mim. E se hoje correu muito bem, dias haverá em que não será assim. E eu vou ter de me conformar, porque afinal quem decidiu partir fui eu, não foram eles. 
Nunca tinha pensado nisto.

Porra que há gente muito chata, meu - I LOVE PORTA DOS FUNDOS




vida a dois é uma merda. E por mais que você se esforce, não há nada que você possa fazer quanto a isso. Tudo o que você faz podia ser melhor ou diferente. Comprou um cãozinho fofo? A pessoa preferia adotar um gato. Planejou férias no Havaí? Ela queria esquiar. Trouxe a mãe dela pra morar com vocês? Ela queria um asilo. Se matou porque não aguentava mais? Podia ter se enforcado ao invés de um tiro. O problema é você que ainda tenta.

Comparações

Espectacular: http://www.oecdregionalwellbeing.org/

Se tivesse mais tempo disponível, dava-me ao trabalho de dissecar e retirar conclusões dos dados de Portugal vs Holanda, mas não tenho. E quem diz Holanda, diz outros países.
Por isso deixo-vos o link, e vejam por vocês mesmos e saquem daí as devidas conclusões.
Só pra apimentar a coisa, achei fantástico que o rendimento médio per capita em Noord Holland (zona de Amesterdão) fosse de 13 mil e poucos euros, e o de Portugal (Lisboa) fosse de 12 mil e tal.
Será que mil euros por ano (não chega a 100 euros por mês) nos fazem um país muito mais pobre? Ou será mesmo a pobreza de espírito que nos faz mais pobres?
Hum, decisions, decisions!

segunda-feira, Setembro 29, 2014

E depois há o reverso da medalha

Chegar a casa e ter o jantar feito e a mesa posta pelo Chefe Ivo, com direito a queijos franceses e rosbife, bom vinho, e belíssima companhia numa noite de chuva e morrinha. O cúmulo foi os meninos arrumarem a mesa tão rapidamente, que eu nem o meu prato consegui levantar. Que luxo de vida! Que luxo de colegas de casa!


Um dia normal em Amesterdão

Céu enevoado de tal forma que parece que o D. Sebastião vai aparecer a qualquer momento!
Ainda me perguntam se não tenho saudades, seriously?


terça-feira, Setembro 23, 2014

HeForShe

He for She

If you are a man that believes in equality, please click above and listen below to Emma Watson:




O tempo passa lentamente

Eu tinha 25 anos, tu tinhas 24. Putos parvos a brincar aos crescidos, encontramo-nos em Londres. Faz esta semana 12 anos. E quando fizer 20, será que me vou lembrar? Correu tudo mal, mas mesmo assim foi memorável. Levei a maior tampa do século e mesmo assim nunca te odiei, nunca te quis mal. It was the beginning of a beautiful frienship.
E eu nunca mais voltei a Londres.

Last Week Tonight with John Oliver: Miss America Pageant (HBO) - MUST SEE!!!

segunda-feira, Setembro 22, 2014

Nunca mais chamo pelo Santo António! I LOVE PORTA DOS FUNDOS!

Seriously S. Pedro, we didn't sign up for this!

Festival Todos em São Bento no Domingo passado

No Domingo passado recebi uma mensagem eram aí umas duas da tarde: queres vir ao Teatro?
Nem perguntei sobre o que era, disse só que sim, e combinei com o pessoal às 3 e meia.
Meti-me no carro e perguntei a direccão: São Bento, Assembleia da República.
Mas não me vou meter em manifs e cenas, pois não?
Não, não, vamos ao Festival Todos.
O que é isso?
Já vais ver.
Quando dei por mim, estava a subir as escadarias da Assembleia. Nunca lá tinha estado, é lindíssimo! 
Sala do Senado.
Estava lá uma moça a fazer uma performance. Não era teatro afinal de contas, mas uma conversa diferente com o público que quisesse assistir, sobre Desigualdade.
Não vou discorrer muito sobre o assunto, porque não me apetece estar aqui a elaborar sobre o que eu acho sobre o que outros acham sobre o "porco capitalista", ou sobre o quão ridículo é querer delimitar salários máximos numa empresa privada. Vou só dizer que além de não concordar minimamente com o discurso da Senhora, acho que foi uma seca.
Quase adormeci. Foi giro vê-la cantar no púlpito pelo inusitado da coisa, alguém a cantar no púlpito da Sala do Senado, mas fora isso: boooooring.



Saídos da Assembleia, encontro a Manuela, mais uma das minhas amigas que voltou da Holanda e aterrou em Lisboa (do meu grupo de amigos em Amesterdão (e na Holanda), já cá estamos SETE), e eu de repente senti-me numa peça de teatro, em que os personagens de vários actos se reunem todos neste acto presente, todos parte da minha vida passada e da presente, e espero que da futura. Foi uma sensação muito grata, não sei explicar.

Pensando que ia de regresso ao carro, começo a perceber que existem actividades por todo o lado. E vejo um alinhamento de pessoas a .... ler! Em voz alta. Num corredor formado por pessoas que lêem em voz alta, vestidas de negro, passam outros, como eu, que vieram ao Festival, e que os escutam.
Também entrei no corredor, claro! Liam todos o mesmo pedaço de texto, continuamente, mas não estavam sincronizados, logo ouvia-se várias vozes e vários bocados de texto, com entoações diferentes, sobre a igualdade.
Muito giro!




Ainda dei um salto a uma exposição de fotografia, numa casa mesmo em frente ao mercado, e vi como as pessoas do Bairro de São Bento foram fotografadas nos seus pátios, em família, posando como há 100 anos atrás, em fotos com um tratamento que me fez duvidar da temporalidade. Outra coisa engraçada foi ver como os Portugueses são o produto de tantas nacionalidades, vê-se nas feições e nos traços que sugeriam descendências claramente da América do Sul, da Índia, de África e Árabe. Todos muitos morenos, de cabelos lisos e olhos rasgados. Alguns com olhos claros, outros muito baixinhos, e ainda a nova geração mais alta. Vejam o cabeçalho do site pra terem uma ideia: http://festivaltodos.com/

Vim a casa jantar com dois amigos, e regressei ao Festival pra ver a Orquestra Todos.
Dancei até não me consegui mexer, no meio dum ambiente espectacular, com pessoas do mundo todo, muitos Portugueses também, e uma boa onda que não consigo descrever.
A Orquestra é realmente muito boa, as vozes são magníficas, a mistura eclética de instrumentos é cinco estrelas, e fiquei, como não, fã deste Festival que ocorre todos os anos por esta altura em São Bento.
Foi mais um domingo altamente, que não esperava, e que me fez pensar que é por coisas destas que eu regressei. Gosto tanto de cá viver!





Finalmente viemos ao Out Jazz!!

Hoje de manhã fui ao Marginal sem carros.

Apanhei um escaldão na tromba que foi um consolo e o nível de humidade era tão alto que quase me deu um badagaio a meio da aula de Sh'bam do Vivafit de Paco de Arcos ( o facto das instrutoras terem um endurance inacreditável pro calor que fazia fica pra outra conversa!).

Mas foi giro, e uma manhã muito bem passada com a Fernandes.

Cheguei a casa às duas e chovia e trovejava. Depois dum bom banho e dum almocinho, refastelei-me no sofá a ler um livro e passado 10 minutos estava aborrecida como uma pescada. Não porque o livro fosse desinteressante, mas porque não me apetecia estar em casa, mas também não tinha combinado nada com ninguém e já eram quase 4 da tarde, quem é que eu ia desencaminhar a esta hora?
Decidi meter-me no carro e ir passear com os canídeos. Fui pra Expo, ainda lá não tinha ido desde que regressei.
Pelo caminho mandei vir comigo mesma por não ter ido a um único Outjazz este ano. E tanta vontade que eu tinha!
Mas tinha acabado dia 15...mea culpa.
Quase a chegar lembrei-me de ligar à Garota e ir ver a Margarida, a terceira filha mais sortuda do mundo de um dos meus casais favoritos, ficava ali mesmo ao pé. Estavam em casa!
Primeiro fui dar uma volta a pé com os estarolas, marquei uma hora de relógio.
Fui pela margem até ao fundo da Expo. No regresso lembrei-me de vir por dentro e...chaaaaram! O Meo Out Jazz!!!
Afinal ainda não acabou! Só acaba no fim do mês e durante Setembro é na Expo!
Ganda pinta!
Sentei-me com eles, rebentadinhos de cansaco e calor depois de 45 minutos de passeata, e comecaram as fotos e os mimos.
É tão engracado ver toda a gente a sorrir pra mim quando os vêem, farto-me de receber elogios à alvura dos elementos (e eu acho que eles estão um nojo), eles recebem mimos de toda a gente, vem tudo dizer olá e pedir pra fazer umas featas e eu: com certeza!
Foram os senhores da Lipton, depois os senhores da Meo, foi uma festa, toda a gente lhes quis tirar fotos.
E eu toda contente ao som de bom jazz e a pensar, afinal já não foi uma seca de tarde!
Dali dei um salto pra ver a Margarida, coisa mais pequenina oh pa, e tive direito a pegar na bomboquinha ao colo e tudo! Ainda vi a mana Sofia e o mano Vicente (estão tão grandes, God!) e mostrei-lhes os estarolas, brincaram todos, foi um fim de tarde supimpa!
De regresso a casa fui convidada pra jantar com a minha outra familia favorita de todos os tempos e brincar com a Clarinha e a Ritinha. Deixei os bombocas em casa, atravessei a rua e acabei o domingo em família.

Quem diria que afinal ia ter um domingo tão fixe?






Os cabrões que vandalizaram este banco, queriam as mãozinhas pintadas de vermelho durante 15 dias! Palermas!

sexta-feira, Setembro 19, 2014

De Santa Apolónia à Ribeira das Naus

Eu não gosto de fazer exercício, nunca gostei. E a razão é simples: não sou boa a fazê-lo, nunca fui.
Mas descobri que posso conhecer sítios novos a correr, devagarinho, às vezes a andar.
E se não corro por falta de qualquer tipo de espírito competitivo, até comigo mesma, gosto de conhecer sítios novos e quando vou de férias é um prazer explorar recantos calmos das cidades a correr. Porque não fazer o mesmo em Lisboa?
Então no sábado passado calcei os ténis, vesti o equipamento e fui até Santa Apolónia, estacionei o bólide, e comecei a percorrer o passeio marítimo (pode-se chamar assim?) e fui correndo e andando. Fiz 8 kilómetros (ida e volta!) e andei a maior parte do tempo, não se iludam), e fiz o reconhecimento duma zona nova da cidade onde até hoje só tinha passado de carro. Levei hora e meia, mas cheguei a casa radiante e com a ideia ainda mais vincada, que Lisboa é a cidade mais bonita do mundo, e que há excelentes motivos pra estarmos todos muito orgulhosos dela.
No regresso tirei imensas fotos, que partilho na esperanca de convencer aqueles que ainda não nos visitaram, a fazê-lo. E na esperanca de que aqueles que cá vivem facam o mesmo que eu, e sejam turistas na vossa própria cidade.
Este sábado vou correr pra outro lado da cidade, espero pra semana postar fotos igualmente bonitas.































































Rais parta!

Acabei de me aperceber que apaguei (NÃO SEI COMO!) os posts todos que tinha em draft da minha viagem a Marrocos!
"#$%$&%$&$%&
E agora não me lembro de tudo o que escrevi na altura, nem pouco mais ao menos!
Fonix!
M........erda!
Agora fiquei sem o relato da viagem!
Tinha gravado como draft na app do telemóvel, e agora niclas, pura e simplesmente, vanished.
I'm soooooo pissed! $#%&%%$

Bricolage e DIY

Ontem estava a falar sobre a minha mudanca de casa e comecei a contar as coisas que aprendi a fazer sozinha desde que vivo na Holanda e que em Portugal jamais me atreveria, e ... quase cai de costas:
- furar paredes de betao
- pendurar quadros e cortinas
- pintar uma parede (nunca mais, custa horrores!)
- mudar de casa e empacotar as tralhas todas
- plantar cenas no jardim
- montar mobília sozinha
.......
Enfim, todo um processo de aprendizagem que me faz ser ainda mais válida, como dizem os Espanhóis :D

O Senhor limpinho e suas acompanhantes cebolinhas