sexta-feira, dezembro 19, 2014

Braguinha e Joaninha - O Pedido





O meu irmão pediu a namorada em casamento no fim de semana passado, e foi muito giro.

E eu sou a moça loira que foge do palco quando o momento é deles e eu ganho uma cunhada.

Que coitadinha, vai entrar numa família de malucos, mas ela é que quis :)))

Benvinda Cunhadinha, espero que o trambolho do meu Mano te trate bem, se não chamas por mim que eu trato-lhe da saúde, que é como quem diz, do outro joelho!

Muitos beijinhos pros dois noivos e muitas felicidades!



PS: alguém nesta família tinha de casar, num é? E ter filhos! Vá malta, quero sobrinhos!!! Vão ter a Tia mais fixe do universo!

quarta-feira, dezembro 17, 2014

Expressões faciais

Dizem que sou muito parecida com o meu irmão Carlos, mas sou claramente mais bonita :P mas o que é facto é que a maior semelhança é nas expressões faciais, principalmente em duas situações:
1) quando a pessoa que está a falar connosco está a dizer algo que duvidamos que seja verdade/possível - franzimos os olhos e viramos a cara de lado e olhamos por cima dos óculos e depois levantamos as sobrancelhas. Segue-se um pensamento comum mental "dasse q este gajo(a) é burro (a) ... + tás a ver se me comes por lorpa e vou-te f.... oh cab@ao + no fucking way.

2) quando já não podemos ver o elemento(a) à frente e a distância entre a palma da minha mão e a bochecha do indivíduo é algo que nos começa a fazer urticária e quer ser encurtada - olhar por cima dos óculos, sorriso nulo e cabeça inclinada. Pensamento comum mental "ia-te à tromba com uma pinta ó fdp, o melhor é desapareceres da minha vista em segundos!"

Há que ver que nós treinamos estas expressões um com o outro durante anos a fio.

Enfim, o que me salva é que trabalho muito tempo a partir de casa......e assim ninguém me pode ver na 1) e 2). A parte má é que ando a precisar dum saco de boxe.

Há dias em que eu tenho muita vontade

de dizer coisas como: faz o que eu te digo, or I'll hunt you down, you lazy "madafaker"!

quarta-feira, dezembro 10, 2014

Pra quem ficar pela Holanda, e tiver saudades de casa :)


Sábado 20 de dezembro .

Buffet por 17.50 euros por pessoa [exc bebidas]

entre as 19 e as 21 horas .
Entradas: snacks, rissóis, pasteis de bacalhau,gambas ,saladas frias , saladas de polvo etc...
Jantar: ,canja,grelhados[frango ,picanha ,entremeada], Filetes de peixe, Feijoada etc...
Sobremesas variadas.
Depois do Buffet haverá diversão musical.

Transportes para o local:

Elétrico 2 [sair centro comercial de Sloten]
Autocarro 195 do Museum Plein para Sportpark Sloten
FC Portugal Amsterdam
Noite Natalícia com AMBIENTE SELETO E EDUCADO!!!

PRÉ PAGAMENTO OBRIGATÓRIO

Para mais info: 0652325292

segunda-feira, dezembro 08, 2014

Não é justo...

Hoje é feriado em Portugal, mas na Holanda não. Logo eu acordei às 7 da manhã pra começar a bulir, enquanto cá em casa toda a minha gente roncava: Pai, Mãe, cães (os 4!), até os vizinhos... and it's so not fair! Eu também não quero trabalhar, humpft!

Eu não tenho escrito muito, porque tenho viajado muito (não estou a reclamar!) e trabalhado mais ainda, e não me sobra muito tempo.

Aqui vai um sumário:

  • Assumi responsabilidades novas no emprego, estou mesmo muito satisfeita, mas tenho trabalho a triplicar.
  • Fui à Serra da Estrela com 4 amigas: há 20 anos que não ia à Serra da Estrela, há 11 anos que não nos juntavamos as 5. E foi tãoooo fixe.

Ficamos nesta casa maravilhosa, que recomendo vivamente: Chão do Rio.

  • Apercebi-me que estou "demasiado Holandesa" e não no bom sentido. 
A minha honestidade e franqueza já chegou ao mal-educado. Tenho de começar a cortar a minha língua um bocado, principalmente entre outras nacionalidades que não a Holandesa, porque efectivamente, passei de bestinha, a rude. E não pode ser. Embora continue a achar que há momentos em que tal se torna produtivo, como ser capaz de dizer ao meu colega que está ao meu lado a falar no alta-voz, que mude pra uma sala de reuniões para que eu possa fazer o meu trabalho. Ao ser directa e fazê-lo frontalmente, embora o elemento do lado possa ficar amuado, eu vou poder continuar o meu trabalho e sair às 17 em vez de às 19 horas.
Mas moderação e bom-senso é o que me anda a fazer falta.


  • Ainda não fiz uma única compra de Natal, e estou completamente desinspirada. Não faço pálida ideia do que oferecer aos meus Pais e ao mano...



  • Já tenho o visto do Irão, e é espectacular, tem a minha foto e tudo! Brutal. E vou com a Nomad outra vez, por isso a esta altura do campeonato a única coisa que me preocupa é: mas que raio hei-de eu vestir durante 17 dias? Isto porque eles trataram de tudo, e eu só tenho que ir córtir, mai nada!
Tem que ser roupa que não fique justa, pelo menos que não revele as formas do corpo. E vou ter de usar o lenço na cabeça assim que sair do avião. Mas como é que se põe o bendito na cabeça? Ai a minha vida... pode-se mostrar alguma coisa do cabelo, ou é tipo os Marroquinos e nem um fio ao descoberto posso ter?

  • Além do Samarcanda do Amin Malouf, que outros livros me recomendam sobre a antiga Pérsia? Por favor, não me recomendem livros sobre como é que elas tiveram que fugir aos maridos ou aos Ayatolas, eu repito: ANTIGA PÉRSIA. Obrigada.



  • O Bitoque, a Juicy e a Petzi, estão óptimos, e eu continuo a morrer de inveja das sonecas deles. Gordinhos e bem mantidos pela senhora minha Mãe, estão cada vez mais bem comportados. Estou ainda a analisar o efeito que a ingestão de 7 comprimidos de Centrum possam ter tido no Bitoque, mas ele parece-me fino. Muito vitaminado, com certeza! E não, é claro que não lhes dei os comprimidos, foram eles que assaltaram o necessáire do meu primo que ficou lá em casa.


Isto pra sumário vai muito longo, vou-me masé fazer útil e bulir. Ai... vontadinha zero....

terça-feira, dezembro 02, 2014

Diário da viagem ao Vietname & Camboja - DAY 4 - Phu Quoc Island - Vietname

11 de Novembro de 2014, Cambodia

Acordar e dar um mergulho. A água é quente, tipo caldo, e não refresca, mas é muito limpa. O ar é quente e constantemente abafado da humidade e o céu tem nuvens carregadas e soltas que vão e vêm, tal como a chuva. Esta podia ser a casa do rouxinol, a chover e a dar sol.
Há vários chiringuitos, todos eles com uma ou duas barraquinhas coladas de massagens. São as massagistas residentes. Cem mil dongs, e fiz uma massagem completa. Uma hora de deleite por 4 euros, nem isso. As senhoras esfregam-nos em óleo e a massagem é forte. São todos tão simpáticos e tão doces nesta terra que nem tenho coragem pra negociar e pedir descontos como é meu apanágio.
Alugamos uma mota e fomos conhecer a ilha que é muitíssimo maior que o que esperava.
Não é fácil conduzir no meio desta malta, mas o condutor já viveu em Angola e está habituado ao caos. Acho que o meu coração andava aí pela zona da boca de cada vez que passávamos num cruzamento!
Há muitos cães por todo o lado, não sei se é por serem iguais aos donos, mas têm todos um ar meigo, e aproximam-se tímidos e simpáticos. O focinho parece sempre meio arraçado de chau chau, com pelinho que lhes confere um ar arredondado. São bem tratados, mas livres.
Por isso quando se anda na estrada tem que se ter atenção pra não os atropelar, porque eles passam e é tudo deles.
No meio da "via-rápida" há vacas a pastar e bezerros a mamar. Há pastores de lambreta que reúnem o gado com a ajuda duma vara, e há vacas que regressam a casa pelo meio da estrada, guiadas como se estivessem na montanha e o dono andasse a pé.
Nos rios amontoam-se barcos, pequenos e médios, cheios de gente que descansa nas redes. Também vi barracas miseráveis, no meio do mato, mas agora junto à estrada, sempre com redes e malta que arroxa ao calor.
Fizemos meia ilha até pararmos de mota algures, e almoçamos. Marisco, como sempre. Há muito, bom, e barato. O sítio era bonito, visivelmente pobre, mas a cor do mar ilumina e compensa.
O Vietname tem um turista de mochila, há pouco turista de luxo, porque abençoado seja, ainda não chegaram cá os resorts de luxo. Pelo menos não a Phu Quoc. Há um ou outro, mas não é como em Seminyak em Bali. As pessoas são por isso mais originais, os sítios embora simples, menos falsos e fictícios. E os Vietnameses muito mais queridos que os Indonésios.
O regresso a casa não foi pêra doce...há muita malta que não fala inglês, parecia tudo igual, e havia motas e bicicletas dos miúdos saídos da escola por tudo quanto é sítio! Aprendi que quando não percebem o que estou a dizer, fazem um gesto com a mão que parece que estão a acenar :))) Mão com os 5 dedos espetados pra cima e a palma da mão virada pro céu. Faz-me lembrar a música do "doidas, doidas, doidas andam as galinhas..."
Escolhemos um restaurante ao calhas perto do hotel, com bom aspecto. Era mais caro que os outros, mas valia a pena experimentar. A comida estava fabulosa, noodles com marisco e com carne no wok. Limão, coentros e malagueta em dose perfeita. O senhor cozinhava virado pra rua, foi isso que nos chamou a atenção. No fim do jantar começamos a falar com a moça que nos atendeu. O restaurante era do noivo dela, um Francês que tinha vindo ao Vietname há 3 anos atrás e a tinha conhecido na recepção do hotel. Ela era a recepcionista e ele o cliente. Antes de se ir embora, pediu-lhe o número e o email e durante um ano trocaram mensagens e namoraram à distância, até que ele, Chef de cozinha de um sítio conhecido no sul de França, mudou-se de armas e bagagens pra Phu Quoc e abriu um restaurante pra eles. Há nove meses que estavam abertos, e ela era agora a dona do estaminé, e tinha uma pedra no dedo maior que um dente meu.
Estava muito feliz, ia casar pro ano. Ela tinha 30 anos e ele 52. Nada parvo o gajo, ah?
Dei dois beijinhos à Nga (lê-se Nhá), um abraço e votos de boa sorte, e saímos pra ver o que se fazia por aqui. Um copo no Coco-bar, e uma boa noite de sono.
Pelo caminho (antes do jantar) apercebi-me que tinha deixado o cartão visa na porcaria do multibanco no aeroporto. Coisas à Sofia, que como já se conhece, já tinha mais dois cartões a postos pro caso de um deles falhar. Toca a cancelar o bicho, trocar 20 emails com o Visa pra fazerem o pagamento dos hotéis pendentes, e respirar fundo. Está tudo bem. Como disse a Marta quando soube:
Sophie being Sophie.

Highlights

Uma hora de massagem!!
Os pastores de mota a guiar rebanhos no meio da estrada
Perder o visa pela milionésima vez!
Fazer a ilha de mota e sobreviver ao trânsito
A noiva do Francês
O jantar do Francês

Viet Thanh Resort Phu Quoc


Viet Thanh Resort Phu Quoc


Phu Quoc Island - Long beach

Phu Quoc Island - Long beach

Esta foto dá dez a zero a qualquer uma dos cadeados de Paris

Phu Quoc Island - Long beach

Gosto muito desta foto

O céu super carregado que numa questão de horas desabou durante uma hora. E as imagens decorativas mais feias do universo...

Phu Quoc Island - Long beach

As vendedoras de fruta, todas cobertas, com meias e luvas e camisolas compridas, pra que o sol não as torne mais morenas, e na opinião delas, mais feias.

Pescadores tradicionais, dentro de uma cesta que é uma canoa considerada barco....

O descanso

Norte da ilha de Phu Quoc

Norte da Ilha de Phu Quoc

Norte da ilha de Phu Quoc

Norte da ilha de Phu Quoc

Casas e mercado flutuante, junto ao night market, em Phu Quoc.

Casas e mercado flutuante, junto ao night market, em Phu Quoc.

O jantar do francês - noodles com marisco - foi talvez a melhor refeição que fiz no Vietname.

Que tempo fofinho!



Depois de acordar ontem e levar com um feels like -6 pela tromba, hoje os -4 até me parecem outono...or maybe not!
Hoje saí de trabalhar às 4 e meia porque não me sinto bem, em dois dias consegui ficar doente. Rais parta, quem me manda a mim ter saudades dos meus amigos que cá vivem e ir jantar a casa deles no meio de temperaturas negativas? Espero estar fina amanhã, que isto assim não tem graça nenhuma.
Agora vou parar de teclar no telemóvel antes que me caiam os dedinhos ao chão de tãooo congelados.


sexta-feira, novembro 28, 2014

Ah, tão bom ir à Holanda numa das semanas mais frias dos últimos tempos...as saudades que eu tinha de parecer um chouriço de roupa.....NOT!


Magnífico texto!

Ipsis verbis, eu não consigo explicar melhor que a Agnes:

Além disso, lamento que assim seja, mas nem todos os sítios podem oferecer os mesmos sonhos. Se eu quiser ser actriz de Hollywood se calhar o melhor que tenho a fazer é ir para os Estados Unidos. Ou se quiser ser astronauta da NASA. Não há nada de errado em querer alcançar os nossos sonhos e sentirmo-nos realizados com o que fazemos, mas é preciso perceber que isso nem sempre pode acontecer à porta da casa onde vivemos desde sempre. E aos meus amigos que se queixam de não poderem voltar ao país que os viu crescer... vocês são uns privilegiados, pá, o que vos move não é a necessidade mas sim a ambição, e não é preciso pedir desculpa por isso. Só não me venham com histórias, sim?

Diário da viagem ao Vietname & Camboja - DAY 3 - Singapura - dia 2

10 de Novembro de 2014, Singapore

Marina Bay
Uma arquitectura esplendorosa.
Limpo, tudo muito limpo e sem marcas. Tudo muito novo e avançado, uma espécie de 1984, super controlado, big brother is watching you, o dito melting pot, com gente do mundo inteiro, raças e credos num caldeirão.
Gostei muito, mas de passagem. Muitas Chanel, Louis Vuittons, um mundo à parte.
Chegados a Ho Chi Minh, eis que surge o primeiro contratempo: nāo temos visto de entrada.
Devíamos ter pedido um antes de vir. Foi pobre a preparação, e embora tivéssemos tentado saber como é que os vistos de entrada funcionavam, entendemos mal quando lemos que é entregue no aeroporto.
É entregue, mas antes há que pedir uma approval letter. Resultado: fomos obrigados a arrotar 120 euros e foi se quisemos.
Roubadíssimos, mas paciência! Ninguém nos mandou ser burros.
Embarcamos a correr pra Phu Quoc Island e agora que cá estamos, vamos precisar doutro visto de entrada no Vietname e é se queremos, são mais 60 euros.
Há vistos de single entry e de multiple entry. Se quiserem fazer o mesmo e entrar e sair do Vietname, peçam multiple entry, e no www.myvietnamvisa.com mas ANTES de virem.
Enfim, não morreu ninguém, ninguém se magoou, é só dinheiro.
Mas não havia necessidade!

Highlights
Arrotar 120 euros pra entrada no Vietname
Marina Bay em Singapura
Fotos com o monge Budista no meio duma tempestade
As lulas fritas ao jantar em Phu Quoc Island
A casa da Marta & do Rui
O jet lag que nunca mais passa!

Marina Bay Center sobre um céu bem carregado.

I was there, in Singapore

Marina Bay Center
PS: Adoro esta foto

Marina Bay Center

Marina Bay Center

O monge

Ventoinhas públicas solares

Phu Quoc Island

Diário da viagem ao Vietname & Camboja - DAY 2 - Chegada a Singapura

9 de Novembro de 2014, Singapore

Aterramos por volta das 6 da tarde locais, e por recomendação apanhamos um taxi pra casa da Martinha e do Rui. Esperava-nos uma humidade e calor brutais, e uma cerveja gelada e um abraço apertado.
Conversamos, tomamos um banho rápido e fomos jantar spicy crab, my favorite desde que experimentei ginger crab na Malásia.
Jantamos lindamente no Jumbo Crab e quase tivemos um pequeno colapso quando vimos a conta. Nós íamos todos lançados pra pagar a conta aos nossos anfitriões e diz a Marta: Sofs, é melhor fazer à Holandesa, divide-se por quatro.
Martinha, deixa lá isso, não pode ser assim tanto.
300 Sing $
200€?!?!
Dasse, nem sobremesas pedimos, nem entradas....
Welcome to Singapore!!!
Eu sei perfeitamente que é a segunda cidade mais cara do mundo, mas os taxis foram muito baratos, induziu-me em erro.
Bastante mais leves no bolso, voltamos pra casa pra por o resto da conversa em dia. Soube a pouco, uma noite não é tempo nenhum de visita que se aproveite, mas voltarei proximamente com mais tempo.
E o jet lag? Bateu...bateu... Eram 4 da manhã e eu de olho aberto.... not an easy one!

Highlights
A conversa posta em dia com a minha Martinha!
A casa da Marta & do Rui
O spicy crab
Jet lag on the rocks



Diário da viagem ao Vietname & Camboja - DAY 1 - Partida, largada, fugida!

8 de Novembro de 2014, Portugal

Ainda não tinhamos saído do aeroporto e já tinhamos aviado duas imperiais. Cheira-me que vou andar alcoolizada a viagem toda... Not a problem :))
A selecção de filmes da Lufthansa era um bocadinho merdosa, mas deu pra ver o Boyhood, com o Ethan Hawke e a Patricia Arquette. Inacreditável como levaram 12 anos a filmar este filme só pra poderem acompanhar a adolescência destes dois
miúdos, muito bom.
Seguiu-se o Woddie Allen e o fading Gigolo, igualmente bom, com a Sharon Stone e a Sofia Vergara e o John Turturro. O sono venceu-me e aterrei a dormir. Odeio dormir em avioes, nao ha posição possível! Estou toda partida, mas o jet lag não vai vencer.

Highlights
Boyhood
Fading Gigolo
Dormir 5 horas num avião
A cotovelada na tromba que levei do cabrão do Francês ao meu lado


quarta-feira, novembro 26, 2014

And I'm back! E só pra abrir as hostilidades, em vez de falar do Sócrates (it made me sooo happy!), vou mostrar os do's and don't dos Holandeses

1) Do not be late.  Ever.  For anything. Under any circumstances.  Not even if you call ahead. Really, seriously.  Don't be late.

2) Do not "just drop in"; do not "just come by", do not expect that, if you see someone you know out and about, that you will be invited to join their table.  It is not exactly a faux pas to invite somebody to join yours; but they will look at you funny and visibly recall that you are foreign.  Do not expect to be fed when invited over unless food is specifically mentioned.

3) Do not cancel, ever.  Please see #1.  For this one you may be forgiven if you are actually in hospital.

4) Do not use hyperbole.  Spontaneous compliments are also likely to startle the person you are complimenting and people literally do not know what to do with them..

5) Do not start a conversation by asking what people do for a living.  Instead, ask them what they did on their last vacation.  Or what was their favorite vacation.  

6) Do not touch people.  They don't like it in general; or it will be interpreted as a come-on. (Be warned about flirting; Dutch men at least are likely to take you rather more literally than you might expect.  I never flirted with Dutch women so I can't tell you). 

7) Shake hands when you meet somebody and say your name.  Look everybody in the eye, all the time.  The eye contact thing in Holland is a thing you get used to; it is hard to lose the impression that you are being stared or glared at.

8) If you are walking down the road and you hear a ringing sound behind you, it's a bike.  Get the hell out of the way.  They will in fact kill you.

9) That crowd of people at the cash register is actually a line.  Do not walk through the crowd to pay, they might kill you for that, too.

Daqui.

sábado, novembro 08, 2014

A caminho do Vietname e do Camboja


A ver se desta vez não fico sem os relatos da viagem como aconteceu com Marrocos!
E se não perco o passaporte como na Indonésia!
E se vou e volto inteirinha, que eu vou de mochila às costas e vou vir tão arrebentadinha oh pa! E TÃO FELIZ!!!
Até já!!


terça-feira, novembro 04, 2014

Alice no País das Maravilhas

Tenho um colega de quem gosto muito, é um senhor já com 50 e muitos anos, foi militar e por isso é muito exigente e faz sempre tudo by the book, e normalmente não é muito sociável, ou melhor dito, não se dá a muitas confianças.
Um dia, a meio duma reunião em que estavamos os dois engalfinhados a discutir uma ideia, ele pergunta-me se já li a Alice no País das Maravilhas.
Sim, e não há muito tempo, achei o livro maravilhoso!
Pronto, e assim conquistei a simpatia dele, que acha que o Alice in Wonderland é um dos melhores livros de todos os tempos, e que se adapta sempre a todas (ou quase todas) as circunstâncias da vida.
Vai daí, meia volta solta uma pérola, e esta foi a última.
Depois de 300 mil emails trocados para resolver uma questão pendente há meses, e que só ficou resolvida agora quando eu finalmente consegui deitar as unhas à coisa. E quando pensava que estava tudo resolvido, houve mais um revés, e ele mandou-me o seguinte:

A quote to lift up your spirits....

“How puzzling all these changes are! I'm never sure what I'm going to be, from one minute to another.” 

or do you prefer this one....

"But I don’t want to go among mad people," Alice remarked.
"Oh, you can’t help that," said the Cat: "we’re all mad here. I’m mad. You’re mad."
"How do you know I’m mad?" said Alice.
"You must be," said the Cat, "or you wouldn’t have come here.” 

Eu escolhi a segunda, we are all mad :)

quinta-feira, outubro 30, 2014

Pra nao ser injusta, o sol apareceu

Mas céu azul como o nosso.... Nahhh


E ao terceiro dia, fez-se luz!

NOT!!!

Mas eu hoje já me vou embora, por isso os ânimos alteram-se e finalmente vou deixar de estar cinzenta como o tempo.
Já andei de luvas e de gorro, já vesti 3 camadas de roupa, e já vi os meus amigos e matei saudades. Deles, decididamente não do clima.
Hoje já durmo em Braga, junto dos meus pequerruchos e amanhã vou levar os meus Pais a jantar fora porque fazem 43 anos de casados. E 43 anos devem ser celebrados a todo lo alto!
Parabéns Dona Ju e Sô João, casaram no dia das bruxas e elas abencoaram-vos!


terça-feira, outubro 28, 2014

Ou isto, talvez resulte

Clima na Holanda

Quando as pessoas que querem emigrar pra Holanda me dizem que não têm problemas com o clima e que aguentam bem a chuva, digo sempre: vocês não sabem o que dizem! Não é a chuva! É que não se vê o céu durante dias! E como raramente compreendo o que quero dizer com isso, fica aqui uma amostra pra posteridade.
É isto, senhores:


segunda-feira, outubro 27, 2014

Deixem de ser cobardes, por favor.

Não seja covarde. O seu futuro depende único e exclusivamente de você. Não adianta tentar culpar mais ninguém. O mundo não vai esperar as suas lágrimas secarem.  Chega de fragilizar-se. Você não precisa sair de casa sempre com a sua melhor roupa, mas vale muito à pena caprichar no sorriso. Não restam dúvidas: se a alegria é contagiante, a vida retribui. Tudo não passa de uma questão de escolha. Ou você fica o resto dos seus dias imaginando como tudo poderia ter sido, ou mete a cara, enfrenta os seus medos e constrói a sua realidade. Para mim a coisa toda é muito simples. Se a sua vida não está como gostaria e você não faz nada a respeito, então ela está exatamente como você merece.

Grande Rafa!!!

Coisas que me encanitam profundamente nos divórcios

- Irresponsável, negligente, não gosta da criança - mãe que dá a guarda dos filhos ao ex-marido.

- Está-se a cagar, quer é putas e vinho verde - mãe que tem guarda partilha com o marido, uma semana cada um, ou vários dias por semana, consoante a disponibilidade das partes, sem qualquer problema entre ambos.

- Sacrificada, uma verdadeira mãe - mãe que só permite ao marido ver os filhos aos fins de semana.

- Puta de merda, cabra - mãe que não deixa o marido ver os filhos, nem com ordem do tribunal, e exerce alienação parental.

Isto é o que eu oiço todos os dias, e que me põe os nervos em franja, porque os juízos de valor que se fazem são efectivamente uma coisa linda, que devia ser banida inteiramente do planeta, mas que não é possível porque ainda existe muita gente burra por metro quadrado.

Entenda-se que, salvo no caso das crianças terem sido maltratadas fisicamente (com provas disso) e/ou abusadas, caso o Pai deseje ter as crianças consigo, não vejo problema nenhum nisso. Idealmente, para mim, uma semana para cada um dos Pais, é algo bastante exequível e que deveria ser a regra.
Acho dum egoísmo e duma crueldade imensa que a mãe ou o pai privem a criança da companhia de um deles.

Tenho um amigo cuja filha tinha dois anos quando os Pais se separaram, e ele ficou com a guarda da miúda porque a criança é vidrada no Pai. E hoje em dia a pipoquinha é muito feliz, vai pra casa da mãe sempre que quer, e passa o resto do tempo com o Pai.

Deixem de achar que os filhos são vossos porque os carregaram e os pariram, os filhos foram feitos por ambos, educados por ambos, e gostam de ambos, e como dizia o artigo, o que matou o vosso casamento foi gostarem mais dos filhos que do vosso marido. Assumam-no. Mas não façam disso o ponto de honra, os vossos filhos não precisam de gostar mais de vocês que dos vossos ex-maridos. Que tal equilíbrio e bondade?

Hoje fazemos três aninhos!!

Há 3 anos atrás a Petzi pariu duas criaturas que nasceram nas minhas mãos e das quais não fui capaz de me separar, fazendo de mim hoje "a lady do mop", "a maluca que tem três cães", "a amiga dos cãezinhos", "a dona da Petzi", "a dona do Bitoque" e "a dona da Juicy", "a gaja que tem metade dos móveis destruídos", e por fim, a Sofia, orgulhosa dona de 3 criaturas muito meigas, traquinas, e fofas quais ursos de peluche com vida, que chegaram, roubaram o meu coração e trancaram-no algures e deitaram a chave fora. Posso ser a louca dos 3 cães, mas sou 3 vezes mais feliz que muito boa gente, e não trocava estas minhas coisas boas por nada neste mundo. Parabéns aos meus bonequinhos, que hoje vão malhar um ganda bife ao almoço!!!

domingo, outubro 26, 2014

Gostas mais do teu marido ou dos teus filhos?

Este texto é um MUST READ.

(...) To understand the frightening power of the parenthood religion, one need look no further than the 2005 essay in The New York Times by Ayelet Waldman, where the author explained that she loved her husband more than her four children. On “Oprah Where Are They Now,” the author recently reaffirmed the sentiments reflected in her New York Times article, and she added that her outlook has had a positive impact on her children by giving them a sense of security in their parents’ relationship. Following the publication of her essay, Waldman was not only shouted down by America for being a bad mother; strangers threatened her physically and told her that they would report her to child protective services. This is not how a civil society conducts open-minded discourse. This is how a religion persecutes a heretic. (...)

Full text aqui http://qz.com/273255/how-american-parenting-is-killing-the-american-marriage/

A minha Mae está a ver a missa em directo na TVI #2

E já agora uma pergunta de pacotilha mas que me está a fazer comichão...porque é que agora populam confrarias como cogumelos e aparecem todos nas missas vestidinhos a rigor, alguém me expernica, si fais favo?

A minha Mae está a ver a missa em directo na TVI #1

Há muita coisa que fere os meus ouvidos, mas nada como as velhas nos coros das missas a cantar em falsete. É como se me espetassem agulhas lentamente mesmo nos tímpanos. Ninguém cala as senhoras?

quarta-feira, outubro 22, 2014

I'm a lucky bitch. Mesmo. Não se seguem fotos de praia e bikini, juro.

Então não é que descobri que há um autocarro da minha empresa que vai do Oriente até à PORTA da minha casa 8 vezes por dia? 4 de ida e 4 de volta?
And wait for it....... GRÁTIS!!!!

Em 20 minutos estou em casa. Ou no sentido contrário, no emprego.

Estou histérica, possuída, como é que é possível eu ter TANTA sorte?

A sério, espectacular meu, nem consigo acreditar. What are the fucking odds de eu ter alugado uma casa com uma paragem do autocarro da empresa à porta? Hã? Hã? Zero! No meu caso, 100%!!!

Tipo, wow!!

(pronto, agora já posso escrever normalmente sem falas duma pita histérica de 15 anos)

Isto significa que agora não há mesmo desculpa pra não ir ao escritório, e lá vou eu, tralala contentinha, duas vezes por semana, ver pessoas. Estava a fritar um bocadinho por estar sempre em casa, confesso. Eu gosto muito, mas estive 3 semanas seguidas e apanhei uma cansa. Assim passo lá 2 ou 3 dias por semana, e o resto em casa.
E de futuro posso também sonhar com este transporte.
É que até dá pra vir a casa almoçar e passear os cães, não estão a perceber, é mesmo.......

wow.

wow.

wow.


terça-feira, outubro 21, 2014

Uma hora de RELAXING DOG MUSIC! Music for dogs; stop barking, crying, melhora separation anxiety e tudo, melhor só a banha da cobra ;)







Música pra relaxar cães. Piano, sons relaxantes, melhor que os panpipes que põem nas massagens!



Vejam lá se funciona e digam-me.

Eu estou a experimentar com os meus, mas eles já dormem o dia todo, não sei se realmente funciona ou não :)

Mas a partir de agora quando sair de casa vou-lhes deixar esta musiquinha em loop, oh se vou!



PS: com o mar de fundo, acho que até eu adormeço, isto é realmente bom, oiçam!



domingo, outubro 19, 2014

18 de Outubro

E eu esticada na areia na praia de bikini e  toalha.
Algo que não me sucedia há muitos e bons anos.


Tenho andado a, finalmente, combinar com os amigos um jantar que permita por alguma da conversa em dia.
Surpreendo-me sempre com o facto de me parecer que estamos todos na mesma. Os anos passam, entramos nos entas, e contrariamente ao que era visível na geração dos meus Pais, temos um aspecto extremamente jovem.
Somos, obviamente, muito mais saudáveis do que eles eram: comemos melhor, fazemos mais desporto, vamos mais ao médico preventivamente do que reactivamente, viajamos mais, temos menos preocupações, digo eu.
Aspecto à parte, perdi a conta já de quantos amigos meus removeram carcinomas e fizeram radioterapias e quimioterapias antes dos 40. Felizmente ainda consigo contabilizar quantos se divorciaram, mas não sei durante quanto tempo vai ser assim. A grande maioria ainda tem Pai e Mãe, coisa que não acontecia na geração anterior. Tanta coisa que evoluiu e tanta coisa que permanece idêntica, chora-se pelos mesmos motivos, ri-se pelos mesmos motivos, muda-se de vida por motivos diferentes, de País, de cidade. 
Mas o Tuga, arreigado à necessidade de ser o eterno sofredor, o eterno coitadinho e perene fadista, insiste em contar a história de como a vida lhe corre mal e como é obrigado a mudar, quando o que deveras lhe sucede é que a vida lhe acontece tão facilmente comparada com a dos seus Pais, que se aborrece. Vive mais, mas não sabe viver. Que tristes.
Eu não hei-de morrer sem saber viver tudo o que puder. Por isso dia 18 de Outubro vim pra praia.

domingo, outubro 12, 2014

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Os preliminares ocorrem com modéstia e humildade :)))

A rola de Carlos não diz a que veio ahahahaha

A sério, estes tipos são fabulosos!!!

quarta-feira, outubro 08, 2014

Estão a ver as bagas goji?

Totally overrated. Colam-se aos dentes e não sabem a nada.
Não queria morrer estúpida, tive que experimentar.

terça-feira, outubro 07, 2014

Sequelas

Tenho alguns amigos de quem sei que vou ser amiga até ser velhinha. Principalmente as minhas antigas colegas de casa, sem desprimor pros outros, mas a Marta, a Mafalda e a Tininha são como se fossem minhas irmãs.
O regresso foi também feito por elas, porque as quero acompanhar, aos novos desafios delas, sejam eles mudanças de filosofias de vida ou filhotes e maridos.
Sinto o mesmo que quando leio um livro e adoro os personagens e de repente o autor cria uma sequela. Tenho saudades destes personagens, quero saber o que lhes aconteceu, acompanhar o dia-a-dia deles, saber como lidam com as alegrias e com as contrariedades.
Regressar é então como ler a sequela.
E tal como nos livros, perdi 6 anos de aventuras. Não é possível ler mais que a sinapse destes, por isso há um esforço para poder ler a continuidade sem ter de saber os ínfimos detalhes, esforço esse que começou pelo facto de ter feito de tudo para viver o mais próximo possível delas. A Mafi vive em Coimbra, a Tininha em Mafra, mas vivo a 500 metros da Martinha. Foi condição sinequonone (escreve-se assim?) para a escolha da casa nova em Lisboa.
Tenho visitado a Marta, seu dedicado e amoroso esposo (de quem gosto a pacotes) e filhotas de quem já gosto como sobrinhas verdadeiras, o mais possível, digamos que mais ou menos de 15 em 15 dias me convido pra jantar, e não há uma única vez que não me sinta em casa.
Mas hoje foi a primeira vez que voltei a estar sozinha com a Marta e durante duas horas pusemos a conversa em dia, não sobre o porquê de eu ter voltado ou sobre como eu me sinto, não sobre como se portam as miúdas, mas sobre o dia de hoje, como é que correu o trabalho, sobre o futuro e coisas novas que fazemos, falamos sobre HOJE.
E de repente voltei a sentir-me como quando já vamos a meio do livro, e voltamos a estar embrenhados na nova história, coisa que só acontece quando o autor deixou de repisar no passado.
A questão que se levanta é: quanto tempo é que levamos a voltar a entrar na rotina dos outros, daqueles que deixamos pra trás quando fomos pra fora? Quão importantes são as pessoas que cá ficaram não é algo que se discuta sequer! Mas estarão eles preparados ora nos receber?
Nós estamos preparados para voltar e egoistas como somos, achamos que a vida só se passou pra nós, só nós é que tivemos emoções diárias provocadas por desafios constantes como encontrar casa, aprender um novo idioma, encontrar novos caminhos profissionais, enfim. Mas, e é óbvio, a vida de todos muda a uma velocidade estonteante, nós  como pessoas mudamos imenso, todos nós, não só a de alguns.
Então e agora regressados, começamos novamente! Mas qual o ponto de partida? O da há 20 anos ou o de há 6 anos atrás? Estaca zero? Queremos ler a sequela ou reler o livro antigo? E eles?
Estaremos nós, os que regressamos, preparados para deixar os livros antigos na prateleira? E eles?
Quanto tempo leva a cada um de nós, aos que fomos e aos que ficaram, para querer  ler uma sequela? 
Eu hoje descobri que, é, efectivamente, um enorme privilégio ter uma biblioteca cheia de livros encadernados em pele, mas eu adoro sequelas, e sabe-me mesmo muito bem deixar de reviver passados e ler sinapses aproveitando, e bem, o livro que tenho nas mãos, acabadinho de comprar, a cheirar a papel novo e por folhear. E sorte a minha, também eles querem. Mas nem sempre é assim, e eu tenho de me preparar psicologicamente pra isso. É um esforço de ambas as partes, não depende só de mim. E se hoje correu muito bem, dias haverá em que não será assim. E eu vou ter de me conformar, porque afinal quem decidiu partir fui eu, não foram eles. 
Nunca tinha pensado nisto.

Porra que há gente muito chata, meu - I LOVE PORTA DOS FUNDOS




vida a dois é uma merda. E por mais que você se esforce, não há nada que você possa fazer quanto a isso. Tudo o que você faz podia ser melhor ou diferente. Comprou um cãozinho fofo? A pessoa preferia adotar um gato. Planejou férias no Havaí? Ela queria esquiar. Trouxe a mãe dela pra morar com vocês? Ela queria um asilo. Se matou porque não aguentava mais? Podia ter se enforcado ao invés de um tiro. O problema é você que ainda tenta.

Comparações

Espectacular: http://www.oecdregionalwellbeing.org/

Se tivesse mais tempo disponível, dava-me ao trabalho de dissecar e retirar conclusões dos dados de Portugal vs Holanda, mas não tenho. E quem diz Holanda, diz outros países.
Por isso deixo-vos o link, e vejam por vocês mesmos e saquem daí as devidas conclusões.
Só pra apimentar a coisa, achei fantástico que o rendimento médio per capita em Noord Holland (zona de Amesterdão) fosse de 13 mil e poucos euros, e o de Portugal (Lisboa) fosse de 12 mil e tal.
Será que mil euros por ano (não chega a 100 euros por mês) nos fazem um país muito mais pobre? Ou será mesmo a pobreza de espírito que nos faz mais pobres?
Hum, decisions, decisions!

segunda-feira, setembro 29, 2014

E depois há o reverso da medalha

Chegar a casa e ter o jantar feito e a mesa posta pelo Chefe Ivo, com direito a queijos franceses e rosbife, bom vinho, e belíssima companhia numa noite de chuva e morrinha. O cúmulo foi os meninos arrumarem a mesa tão rapidamente, que eu nem o meu prato consegui levantar. Que luxo de vida! Que luxo de colegas de casa!


Um dia normal em Amesterdão

Céu enevoado de tal forma que parece que o D. Sebastião vai aparecer a qualquer momento!
Ainda me perguntam se não tenho saudades, seriously?


terça-feira, setembro 23, 2014

HeForShe

He for She

If you are a man that believes in equality, please click above and listen below to Emma Watson:




O tempo passa lentamente

Eu tinha 25 anos, tu tinhas 24. Putos parvos a brincar aos crescidos, encontramo-nos em Londres. Faz esta semana 12 anos. E quando fizer 20, será que me vou lembrar? Correu tudo mal, mas mesmo assim foi memorável. Levei a maior tampa do século e mesmo assim nunca te odiei, nunca te quis mal. It was the beginning of a beautiful frienship.
E eu nunca mais voltei a Londres.

Last Week Tonight with John Oliver: Miss America Pageant (HBO) - MUST SEE!!!